Município amplia debate sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias na Câmara de Vereadores

Secretários do município participaram na manhã de hoje, na Câmara Municipal de Mossoró, da discussão do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano de 2018. A audiência ampliou a discussão que fornece subsídios para produção da Lei Orçamentária Anual (LOA), que será definida em dezembro.

A audiência foi presidida pelo vereador João Gentil. O secretário de Planejamento, Aldo Fernandes, explicou que o objetivo do município é o de priorizar projetos importantes para a cidade. “É preciso debater projetos importantes para a cidade de Mossoró, priorizando as áreas mais carentes”, destacou.

O Consultor Geral do município, Anselmo Carvalho, frisou que no ano de 2018 o município deve ter um pouco mais de alívio financeiro em relação ao ano de 2017.  “O grande desafio de 2017 foi o de reorganizar a administração, recuperando a credibilidade da Prefeitura com os servidores, munícipes e credores do país. Muitas viagens da prefeita inclusive foram para segurar convênios que estavam prestes a serem expirados. Agora, nesse ano a expectativa é de avançar um pouco mais”, disse.

DEBATE

Os vereadores participaram do debate, colaborando com ideias. Rondinelli Carlos explicou que é preciso de investimento em áreas mais emergenciais, como por exemplo na saúde. “Precisamos centrar mais investimentos em áreas como saúde e educação, por exemplo”.

Já Alex Moacir é a favor que a LDO seja feita com base na conjuntura econômica. “O projeto tem que ser elaborado de acordo com a economia do país. Ano passado foi um ano para arrumar a casa. Esse ano será para avançar um pouco mais. O município está reformando várias praças e investiu também na malha viária. Esse debate é importante porque o grande gestor aproveita as ideias, escutando as ações e entendendo as dificuldades”, comentou.

Ao final da audiência, o secretário Aldo Fernandes e o Consultor Geral Anselmo Carvalho prestaram esclarecimentos e dúvidas dos vereadores. Estiveram presentes também a Procuradora Geral, Karina Ferreira, e o presidente da PREVI, Elviro Rebouças.

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