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Fafá diz que cartilha vai ajudar na formação dos novos cidadãos |
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21 de junho de 2007 |
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A Prefeitura Municipal de Mossoró lançou nesta quinta-feira, 21, no Salão dos Grandes Atos do Palácio da Resistência, mais um instrumento de sua política social, a Cartilha da Cidadania, um documento que vai orientar a população sobre os direitos e deveres, e informar os mecanismos de proteção e controle que existem na cidade e como podem ser acionados. O secretário da Cidadania, Francisco Carlos Carvalho de Melo, disse que a Cartilha é um instrumento que vai oferecer respostas para os cidadãos, quanto aos seus direitos e deveres. “Na Cartilha está detalhada a legislação sobre questões de meio ambiente, igualdade de oportunidades, direitos da mulher, criança, deficientes, consumidores, homossexuais e muitas outras questões. Para cada assunto, estão especificados os órgãos de proteção e as formas de acioná-los”. Para a prefeita Fafá Rosado, a Cartilha tem um papel que não se limita a oferecer respostas no presente. A cartilha será um instrumento de formação dos novos cidadãos, uma vez que vai permitir que as crianças e adolescentes cresçam conhecendo até onde vão os seus direitos e quais são os seus limites e responsabilidades. A determinação da prefeita Fafá Rosado é que a Cartilha da Cidadania não fique limitada a um livro para consultas periódicas, ela deve ser usada nas escolas e também pelas famílias, que são instituições com responsabilidade na formação social das novas gerações. “Precisamos conhecer a Cartilha da Cidadania. Mais que isso, devemos exercitá-la e ensiná-la”, afirmou a prefeita Fafá Rosado, explicando que os jovens precisam crescer com a consciência de ter que respeitar direitos de minorias e se preocupar com questões como o meio ambiente. Presente à solenidade, a vereadora Izabel Montenegro enalteceu a iniciativa do Governo Mossoró da Gente em criar a Cartilha da Cidadania. Ela lembrou que o noticiário nos dias atuais mostra um cenário preocupante, onde portadores de necessidades especiais são desrespeitados, homossexuais são agredidos e pessoas são vítimas de violência por causa de sua etnia ou religião. “É preciso pensar na formação que estamos dando aos nossos filhos. É preciso ensinar cidadania em nossas famílias e, principalmente, nas escolas”, disse a vereadora, acrescentando que a Cartilha será um instrumento importante nessa cruzada. |
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